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O Reformador

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Gazeta de Espinho

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terça-feira, 19 de novembro de 2019

BOLETIM "RUMO"

Já disponível para consulta online



"Orgão da Associação Académica de Espinho, saiu o seu primeiro número em 31
de Julho de 1947, sob a direção de Higino Augusto Pires. O editor era Jerónimo Reis e o seu administrador Armando Ribeiro. A redação e administração era na rua 11 n.º 483. A composição e impressão na tipografia Progresso, em Espinho.

A partir do número 15 mudou o título para “RUMO” e no seu número 30 passou a ser dirigido por António Gaio. O último número publicado foi o número 58 de 31 de Outubro de 1953".

in BRANDÃO, Francisco Azevedo – Espinho: boletim cultural. N.º 1. Espinho: Câmara Municipal, 1979, 112 p.

JORNAL DE ESPINHO

 JORNAL DE ESPINHO

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"Foi o segundo jornal com o mesmo título que apareceu em Espinho. O seu primeiro número é de 19 de Outubro de 1930, sob a direção de Alfredo Temudo Corte Real. O seu primeiro proprietário e editor foi António Moreira da Costa até ao número 54 de 25 de Outubro de 1931. Os segundos proprietários e editores foram João C. Nunes Marques dos Santos e Antero Moreira até ao número 61 de 13 de Dezembro de 1931 e o terceiro proprietário e editor José Fontes de Melo, até ao número 186 que foi o último".

in BRANDÃO, Francisco Azevedo – Espinho: boletim cultural. N.º 1. Espinho: Câmara Municipal, 1979, 112 p.

quarta-feira, 16 de outubro de 2019

JORNAIS LOCAIS "O REFORMADOR"


Já disponível o jornal "O Reformador" para consulta on line

“O Reformador” iniciou a sua publicação a 5 de novembro e 1922 e saiu periodicamente aos domingos até 24 de abril de 1927. No seu primeiro número anunciava-se como “semanário independente”, cujos objetivos seriam “não só pugnar com a máxima tenacidade e desassombro pelo desenvolvimento e embelezamento desta praia, mas também defender com toda a imparcialidade e justiça os legítimos interesses dos seus munícipes” (p. 1).
De facto, segundo Carlos Morais Gaio (“A génese de Espinho”, pp. 258-259), “O reformador” começou a ser publicado numa altura em que o jornal “A gazeta de Espinho” tinha a sua publicação suspensa devido a lutas políticas, e espelhava a ”reacção dos industriais e comerciantes face à política fiscal do município, acompanhada de um ataque constante à personalidade de José Salvador [protagonista do domínio do Partido Democrático], ao mesmo tempo que exaltava a figura de Manuel Joaquim Simões Pedro [ligado a diversas empresas comerciais do concelho]”. 

Bibliografia consultada: 
BRANDÃO, Francisco Azevedo – "Anais da história de Espinho": 985-1926. Espinho: Câmara Municipal de Espinho: Junta de Freguesia de Espinho, 1992. 383 p. 

GAIO, Carlos Morais – "A génese de Espinho: histórias e postais". Porto: Campo das Letras, 1999. 431 p. ISBN 972-610-235-9

quinta-feira, 10 de outubro de 2019

JORNAIS LOCAIS

Ao longo dos anos, a Biblioteca foi armazenando jornais e revistas que são de grande interesse para Espinho. As publicações periódicas são, sem dúvida, uma importante fonte de informação para a memória e história local. 
Assim, com vista a cumprir uma das missões da IFLA para as bibliotecas públicas, a saber: “assegurar o acesso dos cidadãos a todos os tipos de informação da comunidade local, a Biblioteca Municipal de Espinho disponibiliza, em formato digital, os números que possui desta publicação, assegurando, desta forma, o acesso de todos à informação e preservando estas fontes históricas importantes para a memória coletiva local, já que alguns se encontram em avançado estado de degradação.
Após o tratamento adequado de cada um dos exemplares que possui, a Biblioteca disponibiliza o primeiro título já tratado e pronto para consulta do público que é a "Gazeta de Espinho".


A "Gazeta de Espinho" foi um jornal de periodicidade semanal, publicado ao domingo, que iniciou a sua edição a 6 de Janeiro de 1901, sob a direção de Joaquim de Oliveira Reis.
Segundo Carlos Morais Gaio, em "A génese de Espinho", página 205, esta publicação foi fundada “como instrumento desta luta [processo de emancipação administrativa] entre os dois concelhos, vindo ao encontro de alguns apelos feitos por correspondentes nos periódicos do Porto”, desta forma, este meio de comunicação terá funcionado “como veículo da luta pela independência, contra as ameaças de extinção, abrigando gente dos mais diferentes quadrantes” (página 214).
Bibliografia consultada:
BRANDÃO, Francisco Azevedo – Anais da história de Espinho: 985-1926. Espinho: Câmara Municipal de Espinho: Junta de Freguesia de Espinho, 1992. 383 p.
GAIO, Carlos Morais – A génese de Espinho: histórias e postais. Porto: Campo das Letras, 1999. 431 p. ISBN 972-610-235-9